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2 curso para jornalistas na ACSP debate golpes e fraudes

O número de pessoas físicas e instituições financeiras brasileiras lesadas por golpes e fraudes, por ano, implica perdas consideráveis na economia nacional. Entre os tipos mais comuns estão o roubo de senhas pelos sistemas Internet Banking, a clonagem de cartões e a falsificação de documentos pessoais.
 
A ACSP, diante desse quadro que repercute diariamente nos noticiários, reuniu diversos jornalistas no 2º curso intitulado “Golpes e Fraudes” com o propósito de transmitir meios práticos de detecção desses problemas.
 
“Nosso objetivo é debater com esses profissionais temas que estejam em evidência. Fizemos o primeiro sobre Cadastro Positivo, agora sobre Golpes e Fraudes e vamos continuar investindo nessa dinâmica de total interatividade”, destacou Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP.
 
O presidente da empresa de recuperação de crédito Senarc, Celso Amâncio, explicou como identificar possíveis adulterações em documentos pessoais e os cuidados necessários no dia-a-dia. “Aceitar canetas de terceiros, deixar o cartão de crédito fora do campo de visão na hora do pagamento, esquecer documentos em portarias de prédio e não ler corretamente o preenchimento de cheques são fatores que podem trazer sérios problemas”, destacou Amâncio.
 
Daniel Marcantonio, gerente de Operações de Pessoa Física da ACSP, explicou sobre os problemas apontados por usuários dos serviços da entidade. “Alguns comerciantes enviam cartas aos consumidores inadimplentes se referindo ao SCPC e a pessoa acaba pagando por algo que não devia. Isso é prática ilegal e é possível, até, fazer um boletim de ocorrência", disse Marcantonio.
 
O sócio diretor da Horus, Eduardo Daghum, falou sobre o desenvolvimento dos crimes, partindo da utilização do papel carbono, dispositivos manuais de captura de transações com cartões, até os atuais “chupa-cabras” (dispositivos eletrônicos para roubo de informações) e aparelhos internos que ficam nos terminais de pagamento para roubar dados sigilosos dos usuários. Segundo ele, o Brasil está à frente em tecnologia e desenvolvimento de combate à fraude em comparação a outros países da América Latina.